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Review: Os Livros que Devoraram o Meu Pai

  • 2 de ago. de 2021
  • 2 min de leitura

𝑪𝒂𝒓𝒐 𝒍𝒆𝒊𝒕𝒐𝒓,


“Os Livros que Devoraram o Meu Pai” foi a minha estreia com o autor Afonso Cruz e posso dizer-vos que fiquei encantada.


É um livro infantojuvenil que ganhou o Prémio Literário Maria Rosa Colaço em 2009 e trata-se de uma viagem fantástica pelos clássicos da literatura.



A minha opinião


Com frases lindas e marcantes que ao mesmo tempo nos dão lições que levamos connosco para a vida.

Uma criança que se perde no maravilhoso universo dos livros em busca do seu pai, que de forma muito poética nos é dito que abandonou o mundo dos humanos, pois desapareceu entre as páginas dos livros que leu.


Um livro sobre livros e sobre as pessoas que os leem e, não só, que os vivem. Que se deixam mergulhar na leitura. É sempre bom ler livros que nos falam da paixão pela literatura e neste são nos apresentadas inúmeras obras, inúmeros clássicos, mas de uma forma muitíssimo criativa.


Apesar de ser um livro dedicado a um público mais jovem tem reflexões muito profundas e penso que será uma leitura prazerosa para qualquer adulto que o folheie.


Ler esta obra foi uma viagem incrível pelo mundo dos livros onde a realidade e a ficção se cruzam e relacionam.


A escrita de Afonso Cruz é sublime! Adorei toda a criatividade impressa nas suas palavras, toda a poesia que a sua prosa contém. Uma escrita tão acessível, mas com tanto sentimento.


Com frases lindas e marcantes que ao mesmo tempo nos dão lições que levamos connosco para a vida.


Este livro tocou-me no coração.


Impossível ficar indiferente a esta história que tem tanto de simples como de genial.


Um livro para ser lido e relido.


A minha pontuação


5/5 ⭐



A quem aconselho este livro

Por ser um livro tão simples, mas tão profundo ao mesmo tempo, e por tratar de uma obra de apenas 126 páginas, aconselho a toda a gente! Só ficarão a ganhar, acreditem.


Citação Preferida


"Uma biblioteca é um labirinto. Não é a primeira vez que me perco numa. (…) Porque nós somos feitos de histórias, não é de a-dê-énes e códigos genéticos, nem de carne e músculos e pele e cérebros. É de histórias." p.27
"Encontrava conforto nas estrelas. As estrelas eram o sofá da sua alma. " p. 30
"O meu primeiro beijo durou segundos, mas julgo que os nossos lábios só se separarão quando morrer”. p.126



Boas Leituras,

𝑴𝒂𝒓𝒕𝒂 𝒆 𝒐𝒔 𝑳𝒊𝒗𝒓𝒐𝒔



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